quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Eu chamo de 22 de fevereiro de 2002.

Paixão Express.

No caminho do destino por um acaso encontrei a paixão, coisas de minutos, mas minutos validos.
Uma linda jovem, um certo dia e dois destinos a se encontrarem. Se eu me lembro bem foi numa sexta-feira, foi o dia em que tudo aconteceu, eu a conheci no trem, assim quando ela passou pela porta do trem a dentro, bati os olhos nela de uma maneira que nunca tinha olhado para uma mulher alguma, senti que meu coração começou a bater acelerado.
Do meu lado ela se sentou, parecia que de mim ela não tirava os olhos e do mesmo jeito eu a olhava. Parecia coisa de novela ou de filme, mas aconteceu dessa mesma maneira que estou lhes falando.
Sem parar de olhar para ela e com a cara mais sínica do mundo resolvi tentar puxar assunto. Acabei conseguindo. Papo vai e papo vem, no momento não me lembro o que conversávamos e assim também estação e estações iam passando.
Naquele momento não tinha nada a perder e falando comigo mesmo: Vai cara, tenta a sorte, ela não te conhece e ninguém no trem também.
Na certeza de que não iria tomar, comecei a jogar nesse jogo do amor, deixei-a nas alturas com palavras bonitas e fiz os demais passos dessa cantada. No papo todo que ia rolando minha mão já percorria o seu lindo rosto, quando num ato de desejo de possuir aqueles lindos lábios no meu, puxei-a pelo pescoço e beije ia profundamente por alguns instantes. Foram os segundos mais prazerosos da minha vida. Quando separei meus lábios do dela, sem querer separar, rapidamente pedi desculpas, temendo sua reação, pedi tantas desculpas e perdão que chegou ao ponto dela me mandar eu calar a boca e sem eu esperar ela por alguns segundos me tirou o fôlego com outro beijo, depois me disse, tudo bem eu também estava querendo, desde quando entrei no trem e o vi sentado, parecia que já te conhecia de algum lugar, de relance na minha mente tive imagens sua, não sei explicar e não sei como era, mas mexeu comigo, meu coração acelerou e eu precisava saber o que era.
Não questionei, ouvindo-a falar aquelas coisas não me deixou impressionado, porque no momento do primeiro beijo senti em meu coração e vi em minha mente exatamente as mesmas coisas, só não quis dizer para ela, porque também não sabia explicar o inexplicável, só deixei rolar.
Com o dedo, eu a calei, tocando em sua suave boca, quando eu iria beijá-la novamente o maquinista anunciou a sua estação, ela se levantou e desceu naquela estação. Quando o trem começou a trilhar e ela parada lá olhando pra mim, pensei cara não perguntei o nome dela e nem peguei seu telefone, quando num ato ágil e preciso coloquei a cabeça para fora da janela e gritei, qual é o seu nome, ela me respondeu, mas não escutei direito, o trem já estava longe demais.
Desse dia pra cá nunca mais a vi novamente.
Tentei encontrá-la, fiquei mais ou menos uns dois meses naquela mesma estação, no mesmo horário, para ver se havia novamente, mas foi tudo em vão.
O que ela me disse e o que eu senti, sei lá parecia coisa de outro mundo, mexeu comigo, fiquei pensando o que será que aconteceu, precisava saber, mas nunca mais a vi.
Até hoje nunca me esqueci daquele momento, quando penso nisso meu coração acelera, bate numa intensidade tão forte que parece que saltar do meu peito. Nunca falei disso com ninguém, nem mesmo com o meu irmão que é meu confidente.
Sabia que ninguém iria acreditar mesmo, mas hoje resolvi escrever no meu blog, precisava soltar isso de alguma forma.
O triste disso tudo é que nunca mais a vi e nem sei de seu nome. Quem era aquela linda jovem?
Se isso era amor relâmpago, foi rápido demais, senti pela primeira vez paixão de verdade, por uma mulher que do nome não sei, mas do gosto do seu beijo nunca mais me esquecerei.

As vezes é bom ser quem sou....

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Deusa Menina.

Linda Menina.

Sua beleza enlouquece o mais pacato ser universal já existente;
A sua envolvência e modo puro de amar provoca tremores e maremotos;
Seu perfume exala uma fragrância exuberante que envolve e domina até o mais forte e temível dos seres onipotente, deixando-o tão indefeso quanto um gato assustado;
Quem dera, eu um simples mortal envolver-te em meus braços e possuí-la prazerosamente e mostrar-lhe o infinito amor que domina o meu corpo e que sufoca o meu pequeno coração;
A infinidade cultural da pureza dos seus pensamentos e as curvas e mais curvas de seu corpo esculpido pelos Deuses, faz a imaginação de um homem viajar e delirar;
Eu aposto e como eu aposto que um beijo seu faria vulcões entrar em erupções;
Seu aparecimento tornou meu ser especial;
Sua alma fez da minha maravilha;
Tirou-me a escuridão que ocultava em meu coração;
Sua pessoa encantou meu ser;
Ao lhe encontrar me trouxe felicidade;
Não quero mais perder essa realidade;
Se seu resplendor fez desaparecer a escuridão, que em mim habitava;
Devo-lhe a vida e a alma, menina levada;
Menina que me despertou;
Menina que me elevou;
Menina que me alegrou;

Seu coração repleto de sentimentos contagiou o meu;

Obrigado por existir;
Obrigado por ser minha nova amiga;

Dedico essas palavras a uma grande nova amiga: Minina Lee.